ALONGAMENTO CONSCIENTE
Muitas pessoas hoje em dia têm o velho hábito de, ao praticar alguma atividade física (seja ela para fins competitivos ou recreacionais), fazer exercícios de alongamento antes de fazer o aquecimento. Ou até mesmo esquecem de se alongar.
Na literatura científica não há nenhum estudo que comprove que a falta de alongamento possa prejudicar o individuo praticante de alguma atividade física. Mas, o que se sabe é que um bom alongamento é fundamental para: relaxar a musculatura, diminuir o tônus muscular, prevenir lesões (principalmente por esforços repetitivos, como no caso da corrida) e melhorar a amplitude articular. Para muitos esportes uma boa amplitude articular é fundamental.
Quando o individuo está "frio", ou seja, não fez nenhum trabalho aeróbio ou movimentos articulares envolvendo grandes grupos musculares, sua musculatura não está suficientemente preparada para sofrer uma mudança de plasticidade muscular, quero dizer, suas fibras musculares não estão prontas para submeter-se a um estado de elasticidade. Isso acontece devido à baixa temperatura corporal, e à falta de uma maior lubrificação articular, envolvendo os tendões, bursas, cápsulas articulares e ligamentos.
Um período breve de atividade física aeróbia (exercícios físicos contínuos e com baixa intensidade, Freqüência Cardíaca entre 65% a 85% da Freqüência Cardíaca máxima), de pelo menos 5 minutos, é suficiente para aumentar a temperatura corporal, elevando assim a Freqüência Cardíaca, aumentando a oferta de líquido sinovial (líquido responsável pela lubrificação articular) e aquecendo a musculatura.
Após esse período breve de aquecimento, a musculatura já está pronta para os exercícios de alongamento. Cada exercício de alongamento deve ser observado com detalhes, pois um exercício mau feito pode prejudicar a saúde física do indivíduo.
Ao fazer os exercícios de alongamento é preciso fazer um check list da sua postura. Deve-se observar todo o posicionamento do seu corpo para que o exercício possa realmente ser eficaz, caso contrário os resultados não serão satisfatórios.
Outra coisa a se observar é o tempo de permanência na postura do exercício. Depois de feito o check list da sua postura e sentir o efeito do alongamento na musculatura desejada, aí sim você deverá iniciar a contagem de tempo, permanecendo na postura do exercício. Estudos mostram que o tempo mínimo para se obter uma mudança na plasticidade muscular é de 15 segundos, podendo chegar até 30 segundos.
Antes de iniciar a sessão de alongamento é preciso observar quais grupos musculares são solicitados para aquele determinado esporte ou exercício físico. Caso você tenha dúvida consulte um profissional de educação física. Uma dica é tentar se lembrar dos primeiros dias em que você começou a prática da atividade física em questão. Aquela leve dor na musculatura, que você sentiu no dia seguinte, indica a musculatura que deve receber maior atenção na hora de se alongar, mas sem se esquecer, é claro, dos outros grupos musculares.
Para a corrida, ciclismo e mountain bike os grupos musculares mais solicitados são:
Panturrilha (chamado de batata da perna ou barriga da perna)
Tibiais anteriores (musculatura anterior da perna, chamada musculatura da canela)
Quadríceps (musculatura da parte anterior da coxa)
Ísquios tibiais (musculatura da parte posterior da coxa)
Adutores de coxa (musculatura localizada na parte medial da coxa)
Abdutores de coxa (musculatura localizada na parte lateral da coxa)
Glúteo (o bumbum)
Região Lombar (parte baixa da coluna)
Região Cervical (parte alta da coluna)
Região Torácica (parte média da coluna)
Ao iniciar o treino, você deverá fazer novamente um aquecimento, desta vez pensando na preparação do treino propriamente dito. Aumente gradualmente a intensidade do exercício até chegar ao nível proposto pelo seu treinador.
Em relação ao alongamento depois da atividade física, ele é fundamental para relaxar a musculatura, diminuindo seu tônus e auxiliando na recuperação pós-treino. O alongamento após a atividade física deverá ser diferente dependendo do tipo de treino realizado, se treino aeróbio ou anaeróbio. Após o treino aeróbio, os exercícios de alongamento podem ser feitos imediatamente, pois a contração muscular desse tipo de treino geralmente é baixa.
Já após o treino anaeróbio, os exercícios de alongamento devem ser realizados depois de um período de 15 a 20 minutos. A contração muscular geralmente é muito grande nesse tipo de treino, aumentando seu tônus. Então nesse período a musculatura relaxa, voltando ao seu tônus natural.
Fonte: http://www.clubedecicloturismo.com.br/
Prof. Maurílio Santana - Formado em Educação Física pela PUC Campinas. Pós-Graduando em Fisiologia do Exercício. Especialista em treinamento de corrida, condicionamento físico desportivo, musculação, fitness corporativo massagem e práticas orientais. Diretor e treinador da VM3 Assessoria Esportiva mauriliosantana@vm3.esp.br
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Dicas de Cicloturismo
Ecologia, saúde, aventura, ecologia ... pedale esta idéia!!!
A expedição cicloturística é sempre uma viagem interessante e diferente. E justamente por ser diferente, alguns cuidados precisam ser observados, para que tudo possa correr bem. Serão apresentados, a seguir, os requisitos básicos para uma expedição bem sucedida.
Para uma viagem bem sucedida é preciso ter uma bicicleta tipo 'mountain bike', em bom estado de conservação, bem lubrificada e adequadamente regulada, e também de alguns equipamentos indispensáveis, que são: mochila para trekking (ou alforje com garupeira), espelho retrovisor, bomba de encher pneu, capacete, bermuda própria para ciclismo, kit de ferramentas básicas (chave de fenda, chave Alen, alicate, chave de corrente, material de reparo de câmara de pneu, câmara de pneu de reserva, óleo lubrificante), garrafa(s) d'água, óculos, faroletes dianteiro, traseiro e dos pedais.
A mochila ou alforje deve conter o menor peso possível. Lembre-se de que seu corpo será o motor que irá transportá-la.
Um quesito pouco observado pelos cicloturistas - e que exerce papel fundamental para que se obtenha sucesso na expedição - é a boa alimentação. Alguns alimentos são ricos em glicose, como os pães, alimentos salgados, biscoitos, bananas, batatas e barras energéticas para atletas. Procure comprar e consumir esses alimentos em todas as cidades por onde passar. Esses produtos, além do bom valor calórico, têm fácil digestibilidade, ou seja, levam pouco tempo para serem digeridos, evitando assim que fiquem por muito tempo armazenados no estômago, o que pode provocar náuseas e até vômitos quando se tenta realizar um exercício físico vigoroso.
Em relação à água, beba-a abundantemente. Tenha consigo no mínimo duas garrafas de água. A água é o solvente onde todas as reações metabólicas de nosso corpo se processam. Portanto, a água deve ser consumida a todo instante.
Durante as viagens cicloturísticas, muitas vezes nos deparamos com nascentes de águas límpidas nas regiões montanhosas. Observe se essa nascente atravessa áreas de pasto de gado ou áreas residenciais, o que aumentaria o risco de contaminação por fezes animais e humanas. Em caso positivo, não beba dessa água, a não ser que você disponha de pastilhas de cloro ou filtros d'água portáteis, produtos comercializados em casas especializadas do ramo.
À noite, após terminado o percurso daquele dia, faça uma boa alimentação com massas, verduras, legumes (fontes de carboidratos, fibras e vitaminas) e carnes magras (fontes de proteínas). Lembre-se que tudo que seu corpo precisa, e em concentrações adequadas, pode ser encontrado em uma saudável e balanceada alimentação.
Todo cicloturista deve zelar por sua segurança usando capacete e tendo um bom conhecimento de legislação de trânsito. Quando se pedala em estradas asfaltadas, deve-se sempre permanecer na faixa da direita (de baixa velocidade) e na mão de direção (nunca na contramão). Toda mudança de faixa deve ser sinalizada com a mão. Enquanto estiver nas ruas dos centros urbanos, procure respeitar as leis de trânsito daquela cidade, evitando, assim, atritos com os motoristas. E, nas estradas de terra, por menos movimentada que pareça ser, também é prudente permanecer na pista da direita, estando sempre alerta para os sons de automóveis que possam estar se aproximando. Nunca abuse do excesso de velocidade. Um motorista pode bater em um automóvel a 40 Km/h e não sofrer nenhum ferimento. Um acidente de bicicleta com a mesma velocidade pode, por sua vez, trazer danos gravíssimos ao ciclista.
Nada melhor, antes de iniciar a expedição cicloturística, do que ter em mãos todo o planejamento da viagem. É sempre bom realizar o levantamento das distâncias a serem percorridas, do tipo de via a ser utilizada (estradas asfaltadas, de terra ou trilhas), do relevo do local (montanhoso, plano), da possibilidade de se encontrar água potável ao longo do trajeto, da extensão das cidades que serão visitadas. Algumas dicas importantes são: não pedale mais que 50 quilômetros em um dia, pois a viagem pode se tornar extremamente cansativa; procure viajar, a cada dia, de uma cidade para outra, pois assim você poderá encontrar locais para dormir (pensões, pousadas) e para jantar no final do dia. Se houver possibilidade de dormir nas cidades, evita-se ter de transportar barraca, saco de dormir e excesso de alimentos, o que diminui o peso de sua bagagem. O cicloturismo é uma possibilidade de se conhecer novos locais e novas culturas, e nunca uma competição. A velocidade média de viagem em estrada de terra é de 12 a 15 Km/h, enquanto que, no asfalto, ela varia de 20 a 25 Km/h. Tenha em mente que essa média pode cair nos trajetos muito montanhosos.
Depois de todas essas dicas, é hora de você programar seu roteiro, convidar os amigos para uma expedição cicloturística e descobrir o mundo pedalando o meio de transporte mais ecológico já desenvolvido. Pedale com a consciência de que você estará conhecendo e desfrutando da natureza e, acima de tudo, respeitando-a, o que é, nos dias de hoje, mais que uma obrigação de cada um de nós.
Fonte:
http://www.descubraminas.com.br/Turismo/EstradaRealPagina.aspx?cod_pgi=1586
A expedição cicloturística é sempre uma viagem interessante e diferente. E justamente por ser diferente, alguns cuidados precisam ser observados, para que tudo possa correr bem. Serão apresentados, a seguir, os requisitos básicos para uma expedição bem sucedida.
Para uma viagem bem sucedida é preciso ter uma bicicleta tipo 'mountain bike', em bom estado de conservação, bem lubrificada e adequadamente regulada, e também de alguns equipamentos indispensáveis, que são: mochila para trekking (ou alforje com garupeira), espelho retrovisor, bomba de encher pneu, capacete, bermuda própria para ciclismo, kit de ferramentas básicas (chave de fenda, chave Alen, alicate, chave de corrente, material de reparo de câmara de pneu, câmara de pneu de reserva, óleo lubrificante), garrafa(s) d'água, óculos, faroletes dianteiro, traseiro e dos pedais.
A mochila ou alforje deve conter o menor peso possível. Lembre-se de que seu corpo será o motor que irá transportá-la.
Um quesito pouco observado pelos cicloturistas - e que exerce papel fundamental para que se obtenha sucesso na expedição - é a boa alimentação. Alguns alimentos são ricos em glicose, como os pães, alimentos salgados, biscoitos, bananas, batatas e barras energéticas para atletas. Procure comprar e consumir esses alimentos em todas as cidades por onde passar. Esses produtos, além do bom valor calórico, têm fácil digestibilidade, ou seja, levam pouco tempo para serem digeridos, evitando assim que fiquem por muito tempo armazenados no estômago, o que pode provocar náuseas e até vômitos quando se tenta realizar um exercício físico vigoroso.
Em relação à água, beba-a abundantemente. Tenha consigo no mínimo duas garrafas de água. A água é o solvente onde todas as reações metabólicas de nosso corpo se processam. Portanto, a água deve ser consumida a todo instante.
Durante as viagens cicloturísticas, muitas vezes nos deparamos com nascentes de águas límpidas nas regiões montanhosas. Observe se essa nascente atravessa áreas de pasto de gado ou áreas residenciais, o que aumentaria o risco de contaminação por fezes animais e humanas. Em caso positivo, não beba dessa água, a não ser que você disponha de pastilhas de cloro ou filtros d'água portáteis, produtos comercializados em casas especializadas do ramo.
À noite, após terminado o percurso daquele dia, faça uma boa alimentação com massas, verduras, legumes (fontes de carboidratos, fibras e vitaminas) e carnes magras (fontes de proteínas). Lembre-se que tudo que seu corpo precisa, e em concentrações adequadas, pode ser encontrado em uma saudável e balanceada alimentação.
Todo cicloturista deve zelar por sua segurança usando capacete e tendo um bom conhecimento de legislação de trânsito. Quando se pedala em estradas asfaltadas, deve-se sempre permanecer na faixa da direita (de baixa velocidade) e na mão de direção (nunca na contramão). Toda mudança de faixa deve ser sinalizada com a mão. Enquanto estiver nas ruas dos centros urbanos, procure respeitar as leis de trânsito daquela cidade, evitando, assim, atritos com os motoristas. E, nas estradas de terra, por menos movimentada que pareça ser, também é prudente permanecer na pista da direita, estando sempre alerta para os sons de automóveis que possam estar se aproximando. Nunca abuse do excesso de velocidade. Um motorista pode bater em um automóvel a 40 Km/h e não sofrer nenhum ferimento. Um acidente de bicicleta com a mesma velocidade pode, por sua vez, trazer danos gravíssimos ao ciclista.
Nada melhor, antes de iniciar a expedição cicloturística, do que ter em mãos todo o planejamento da viagem. É sempre bom realizar o levantamento das distâncias a serem percorridas, do tipo de via a ser utilizada (estradas asfaltadas, de terra ou trilhas), do relevo do local (montanhoso, plano), da possibilidade de se encontrar água potável ao longo do trajeto, da extensão das cidades que serão visitadas. Algumas dicas importantes são: não pedale mais que 50 quilômetros em um dia, pois a viagem pode se tornar extremamente cansativa; procure viajar, a cada dia, de uma cidade para outra, pois assim você poderá encontrar locais para dormir (pensões, pousadas) e para jantar no final do dia. Se houver possibilidade de dormir nas cidades, evita-se ter de transportar barraca, saco de dormir e excesso de alimentos, o que diminui o peso de sua bagagem. O cicloturismo é uma possibilidade de se conhecer novos locais e novas culturas, e nunca uma competição. A velocidade média de viagem em estrada de terra é de 12 a 15 Km/h, enquanto que, no asfalto, ela varia de 20 a 25 Km/h. Tenha em mente que essa média pode cair nos trajetos muito montanhosos.
Depois de todas essas dicas, é hora de você programar seu roteiro, convidar os amigos para uma expedição cicloturística e descobrir o mundo pedalando o meio de transporte mais ecológico já desenvolvido. Pedale com a consciência de que você estará conhecendo e desfrutando da natureza e, acima de tudo, respeitando-a, o que é, nos dias de hoje, mais que uma obrigação de cada um de nós.
Fonte:
http://www.descubraminas.com.br/Turismo/EstradaRealPagina.aspx?cod_pgi=1586
quarta-feira, 5 de maio de 2010
A bike e eu, o reencontro
Domingão, 2 de maio, 11 horas. Sem sequer fazer um alongamento, desafiando o sedentarismo e qualquer lei antipança, me sentindo um jovem atleta de 18anos, um astro sobre 2 rodas inicio as primeiras pedaladas num trecho de 2,1km (da minha casa à casa da mamãe - CID. NOVA à SAGRADA FAMÍLIA).
Meus amigos, abri o bico com apenas 460mts pedalados. Não sentia as mãos. As coxas pareciam que iam estourar, mas firme na teimosia e no propósito, respirei fundo e continuei a pedalar (esse momento foi a hora que tive que parar para atravessar a avenida José Cândido da Silveira).
O trajeto de 2,1km, 1,7 km aproximadamente é só de subida. Parei de verdade pra respirar e respirar e chorar e respirar com o pé no chão com 800mts percorridos. Já não estava mais aguentando. Respirei fundo, estiquei, olhava para trás como se estivesse esperando alguém pra ninguém pensar que eu era atleta de 1a viagem, pra ninguém perceber que eu estava praticamente morto de fadiga.
Passados 3 ou 4 minutos (pensando em voltar pra casa) resolvi seguir. Testei as posições de marcha e continuei até faltar 120mts mais ou menos da linha de chegada (casa da mamãe). Não aguentei, abortei de verdade os pedais. As pernas estavam bambas, fracas, todo trêmulo. Consegui chegar e por lá fiquei uns 10min. Bebi um pouco de água, fazia caras e bocas de quem estava super bem pra minha mãe e minha irmã nao perceber nada e nesse tempo eu pensava em que caminho voltar. Minha irmã (que não é boba, viu que eu tava quase falecido) sugeriu que eu fizesse o caminho de rato (ir e voltar pelo mesmo lugar), pois agora seria só descida praticamente. Amei a idéia, afinal eu quase chamei o SAMU.
Bom, hora de voltar e em menos de 10 minutos eu estava em casa novamente (GRAÇAS A DEUS). Felicidade total, mas o desafio ainda não tinha terminado. Faltava subir 3 andares com a bike nas costas.
Conclusão: fadiga extrema. Vende-se uma bicicleta kkkkkkkkkk (brincadeirinha)
Abraço a todos!
Gavilan
Ps.: querem saber em qto tempo eu fiz 4km? Melhor não...
Meus amigos, abri o bico com apenas 460mts pedalados. Não sentia as mãos. As coxas pareciam que iam estourar, mas firme na teimosia e no propósito, respirei fundo e continuei a pedalar (esse momento foi a hora que tive que parar para atravessar a avenida José Cândido da Silveira).
O trajeto de 2,1km, 1,7 km aproximadamente é só de subida. Parei de verdade pra respirar e respirar e chorar e respirar com o pé no chão com 800mts percorridos. Já não estava mais aguentando. Respirei fundo, estiquei, olhava para trás como se estivesse esperando alguém pra ninguém pensar que eu era atleta de 1a viagem, pra ninguém perceber que eu estava praticamente morto de fadiga.
Passados 3 ou 4 minutos (pensando em voltar pra casa) resolvi seguir. Testei as posições de marcha e continuei até faltar 120mts mais ou menos da linha de chegada (casa da mamãe). Não aguentei, abortei de verdade os pedais. As pernas estavam bambas, fracas, todo trêmulo. Consegui chegar e por lá fiquei uns 10min. Bebi um pouco de água, fazia caras e bocas de quem estava super bem pra minha mãe e minha irmã nao perceber nada e nesse tempo eu pensava em que caminho voltar. Minha irmã (que não é boba, viu que eu tava quase falecido) sugeriu que eu fizesse o caminho de rato (ir e voltar pelo mesmo lugar), pois agora seria só descida praticamente. Amei a idéia, afinal eu quase chamei o SAMU.
Bom, hora de voltar e em menos de 10 minutos eu estava em casa novamente (GRAÇAS A DEUS). Felicidade total, mas o desafio ainda não tinha terminado. Faltava subir 3 andares com a bike nas costas.
Conclusão: fadiga extrema. Vende-se uma bicicleta kkkkkkkkkk (brincadeirinha)
Abraço a todos!
Gavilan
Ps.: querem saber em qto tempo eu fiz 4km? Melhor não...
terça-feira, 4 de maio de 2010
Primeiro passo feito, ja tenho minha BIKE
Finalmente ela saiu ....
COMPREI minha BIKE. Esta é ela, mas ainda não esta na minha casa.
Optei por uma Scott 50, original de fábrica sem alterações. Abaixo vou tentar escrever um pequeno tutorial sobre porquê escolhi esta bike. Tomara que um dia, possa ser útil para alguém que passou pelo mesmo dilema que eu.
O que me suportou nesta decisão. Comprei uma bike original de fábrica, sem alterações, não uma montada. Tomei esta decisão me baseando em análises. Uma bicicleta original de fábrica vem de uma certa forma balanceada dentro um uma performance e de um custo. Alguém com estratégia técnica e claro de mercado, validou isto. Decidi por optar por este caminho. Também me baseei no mundo dos PCs que conheço bem melhor. Hoje, com custo competitivo você consegue um PC 100% original de uma marca boa, claro não será a melhor placa mãe, o mais rápido disco, mas com certeza o conjunto será balanceado.
Bem, primeiro, porquê uma Scott 50? Busquei uma plataforma forte o suficiente para suportar um iniciante, tombos, muito tombos, serão inevitáveis, preciso de um quadro forte. A suspensão será o suficiente para me dar conforto e performance, com opção de trava e um curso de 100mm. Para câmbio, optei por um com os recursos que preciso, nem mais, nem menos, Shimano Acera. Não é o mais sofisticado, optei por um mediano. Parafraseando a mim mesmo, "o que me adianta colocar uma bike toda Deore (top de linha), se nem sei como utilizar isto". Freio foi o grande dilema, disco mecânico ou v-brake, o custo do disco hidráulico pesava muito neste momento. Ai mandou o bom sendo, v-brake é de manutenção mais fácil, lembra muito acelerador de um velho fusquinha, assim, decidi por ele, v-brake. Disco mecânico ou hidráulico, deixa para a próxima bike.
Dois pontos, pesaram bastante também. Versatilidade e custo. Versatilidade, esta bike é forte e flexível o suficiente para suportar upgrades de freio e passadores, quando estiver na hora, ela suportará melhorias. Isto ajuda a preservar o investimento. E falando em custo, estamos utilizando de uma bike com um preço que para esta funcionalidade não é nenhum exagero. Para aqueles que têm dúvidas se este esporte é para vocês, talvez neste primeiro momento optar um investimento moderado seja uma boa opção.
Uma última dica que aprendi durante este pesquisa. Os fabricantes possuem padrões semelhantes, eu optei por Scott, mas Trek, Kona e Garry Fisher, neste padrão não vão ser muito diferentes disto.
Espero ter sido útil nesta etapa.
Bike OK, vamos para próxima etapa, condicionamento físico.
FLF
COMPREI minha BIKE. Esta é ela, mas ainda não esta na minha casa.

Optei por uma Scott 50, original de fábrica sem alterações. Abaixo vou tentar escrever um pequeno tutorial sobre porquê escolhi esta bike. Tomara que um dia, possa ser útil para alguém que passou pelo mesmo dilema que eu.
O que me suportou nesta decisão. Comprei uma bike original de fábrica, sem alterações, não uma montada. Tomei esta decisão me baseando em análises. Uma bicicleta original de fábrica vem de uma certa forma balanceada dentro um uma performance e de um custo. Alguém com estratégia técnica e claro de mercado, validou isto. Decidi por optar por este caminho. Também me baseei no mundo dos PCs que conheço bem melhor. Hoje, com custo competitivo você consegue um PC 100% original de uma marca boa, claro não será a melhor placa mãe, o mais rápido disco, mas com certeza o conjunto será balanceado.
Bem, primeiro, porquê uma Scott 50? Busquei uma plataforma forte o suficiente para suportar um iniciante, tombos, muito tombos, serão inevitáveis, preciso de um quadro forte. A suspensão será o suficiente para me dar conforto e performance, com opção de trava e um curso de 100mm. Para câmbio, optei por um com os recursos que preciso, nem mais, nem menos, Shimano Acera. Não é o mais sofisticado, optei por um mediano. Parafraseando a mim mesmo, "o que me adianta colocar uma bike toda Deore (top de linha), se nem sei como utilizar isto". Freio foi o grande dilema, disco mecânico ou v-brake, o custo do disco hidráulico pesava muito neste momento. Ai mandou o bom sendo, v-brake é de manutenção mais fácil, lembra muito acelerador de um velho fusquinha, assim, decidi por ele, v-brake. Disco mecânico ou hidráulico, deixa para a próxima bike.
Dois pontos, pesaram bastante também. Versatilidade e custo. Versatilidade, esta bike é forte e flexível o suficiente para suportar upgrades de freio e passadores, quando estiver na hora, ela suportará melhorias. Isto ajuda a preservar o investimento. E falando em custo, estamos utilizando de uma bike com um preço que para esta funcionalidade não é nenhum exagero. Para aqueles que têm dúvidas se este esporte é para vocês, talvez neste primeiro momento optar um investimento moderado seja uma boa opção.
Uma última dica que aprendi durante este pesquisa. Os fabricantes possuem padrões semelhantes, eu optei por Scott, mas Trek, Kona e Garry Fisher, neste padrão não vão ser muito diferentes disto.
Espero ter sido útil nesta etapa.
Bike OK, vamos para próxima etapa, condicionamento físico.
FLF
Também estou nessa !!!!!
Olá pessoal, também estou nessa......
Para quem não me conhece, sou Fernando Lins mas esta galera aqui me chama de FLF ou FILFO. E também estou nossa....
Como entrei. Ah, depois de algumas cervejas no Luizinho, conversando com Paulo e Márcio, animei de entrar nesta empreitada ÚNICA. A primeira coisa que disse foi, "Bicho eu animo, mas não sei se rola, a logística para isto será super complicada.".
Sai do Luizinho e coloquei minha cabeça quem trabalha com analise de sistemas + projetos a um BOM tempo para funcionar. Se vou entrar nesta preciso de programação, tempo disponível, preparo físico para agüentar alguma coisa em torno de 5 dias em uma bike e claro, uma bike.
Putz a cabeça para trabalhar e me concentrei em tempo disponível. Acertei algumas coisas na empresa, e ponto final, vai dar.
Agora preciso de uma bike. Putz.... a bike. Eu e Froes estávamos pensando em gastar algo em torno de R$ 500 a R$ 1.000. Comecei a procurar e logo de cara vi que os preços eram BEM diferentes. Procurei em uma loja e outra e por sorte conheci o pessoal de uma excelente loja em BH onde recebi uma aula de bike, alguma coisa de 2 horas de técnicas e equipamentos.
Suspensão, quadro forte, pneu próprio, kit de machas, freio a disco, putz... !@?@!@? Enfim, descobri que não entendia nada de bikes e que precisava correr atrás. A primeira coisa que me caiu na cabeça foi, bike montada ou original de fábrica ? Foi a primeira pergunta que tive de responder. Site da loja, fabricantes (no momento Scott, Trek, Gary Fisher e Shimano. Eu ja conhecia GT mas não sei pq não fui por esta linha).
Depois de muito estudo, comparativos, analises de preço, conversa com um, troca idéia com outro, fiz o que é normal do Fernando, ao começar um projeto enfiar a cabeça e aprender tudo que for possível sobre o assunto. Altus, Acera, Alivio, Deore achei uma linha de grupo de passadores e vi que isto conduz a formação da bike junto com quadro e tal.
Depois de muito comparar, cheguei a minha escolha. A resposta para a pergunta é por enquanto, bike original de fábrica. Fiz um paralelo com PCs e o que me deu suporte foi a integração de componentes já validada pelos especialistas.
Aproveitando minhas férias, vim para SP e amanhã vou comprar minha bike. Espero em breve colocar uma foto dela no blog e escrever um pouco porquê escolhi esta bike.
O mais importante é salientar, ESTOU NESTA.
Até a próxima,
FLF
Para quem não me conhece, sou Fernando Lins mas esta galera aqui me chama de FLF ou FILFO. E também estou nossa....
Como entrei. Ah, depois de algumas cervejas no Luizinho, conversando com Paulo e Márcio, animei de entrar nesta empreitada ÚNICA. A primeira coisa que disse foi, "Bicho eu animo, mas não sei se rola, a logística para isto será super complicada.".
Sai do Luizinho e coloquei minha cabeça quem trabalha com analise de sistemas + projetos a um BOM tempo para funcionar. Se vou entrar nesta preciso de programação, tempo disponível, preparo físico para agüentar alguma coisa em torno de 5 dias em uma bike e claro, uma bike.
Putz a cabeça para trabalhar e me concentrei em tempo disponível. Acertei algumas coisas na empresa, e ponto final, vai dar.
Agora preciso de uma bike. Putz.... a bike. Eu e Froes estávamos pensando em gastar algo em torno de R$ 500 a R$ 1.000. Comecei a procurar e logo de cara vi que os preços eram BEM diferentes. Procurei em uma loja e outra e por sorte conheci o pessoal de uma excelente loja em BH onde recebi uma aula de bike, alguma coisa de 2 horas de técnicas e equipamentos.
Suspensão, quadro forte, pneu próprio, kit de machas, freio a disco, putz... !@?@!@? Enfim, descobri que não entendia nada de bikes e que precisava correr atrás. A primeira coisa que me caiu na cabeça foi, bike montada ou original de fábrica ? Foi a primeira pergunta que tive de responder. Site da loja, fabricantes (no momento Scott, Trek, Gary Fisher e Shimano. Eu ja conhecia GT mas não sei pq não fui por esta linha).
Depois de muito estudo, comparativos, analises de preço, conversa com um, troca idéia com outro, fiz o que é normal do Fernando, ao começar um projeto enfiar a cabeça e aprender tudo que for possível sobre o assunto. Altus, Acera, Alivio, Deore achei uma linha de grupo de passadores e vi que isto conduz a formação da bike junto com quadro e tal.
Depois de muito comparar, cheguei a minha escolha. A resposta para a pergunta é por enquanto, bike original de fábrica. Fiz um paralelo com PCs e o que me deu suporte foi a integração de componentes já validada pelos especialistas.
Aproveitando minhas férias, vim para SP e amanhã vou comprar minha bike. Espero em breve colocar uma foto dela no blog e escrever um pouco porquê escolhi esta bike.
O mais importante é salientar, ESTOU NESTA.
Até a próxima,
FLF
segunda-feira, 3 de maio de 2010
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