sexta-feira, 30 de abril de 2010

Bike - Suspensão

Suspensão



Mais uma vez, não há lei que indique o certo ou o errado, é só uma questão de se avaliar o custo benefício de cada acessório. A vantagem sem dúvida é o conforto proporcionado, que seguramente compensa a perda de rendimento. Deve-se levar em conta, porém, a dificuldade de serem adaptados os bagageiros traseiros e dianteiros (recomendo seu uso sempre), além disso, o peso extra e a inclusão de mais um item que requer manutenção durante a viagem.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Cabeça de Boi - Itambé do Mato Dentro

Iremos passar por Itambé do Mato Dentro no dia 21/07 e a intenção é ficar o dia da chegada e mais um dia para explorar o lugar que tem muitas cachoeiras. Essa programação é inicial aguardando concordância de todos.

http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=42&id_noticia=32618/noticia_interna.shtml

Dicas de Bike - Quadro 2 - Material

Material (somente serão abordados aqui os materiais mais comuns)

 

Cada ciclista tem sua preferência, mas atualmente a maioria opta pelo alumínio pela economia de peso. Porém há que se levar em conta alguns fatores além deste. O primeiro é o conforto, já que o alumínio não absorve tão bem os impactos quanto o aço, transmitindo-os principalmente para as sofridas mãos e nádegas do(a) ciclista.

Outro fator é o risco do quadro quebrar ou entortar. Mesmo que você seja um cicloturista do estilo tranqüilo, que não exija da bicicleta o mesmo que um competidor,é bom lembrar que muitas viagens incluem percursos de avião, ônibus ou ainda imprevistas caronas em carrocerias de caminhão. Vai ser muito difícil achar um local que remende alumínio, que requer um tipo especial de solda provavelmente encontrável somente em algumas capitais. Se a viagem for longa e por locais isolados, o mais seguro é utilizar um quadro de aço que pode ser reparado com solda comum, encontrada em oficinas mecânicas e até mesmo em algumas fazendas.

Uma ótima opção para o cicloturismo são os quadros em cromo-molibidênio (CroMo), que por ser uma liga de aço, aceita solda comum, e além disso são bem leves.

Fonte: Clube de Cicloturismo do Brasil - Manual de Dicas Para Cicloturista de Primeira Viagem - por Eliana Garcia
http://www.clubedecicloturismo.com.br/

terça-feira, 27 de abril de 2010

Dicas de Bike - Quadro

Tamanho

Este é um item importantíssimo, principalmente se você tem bem mais ou bem menos do que 1,70 m de altura. Isto porque a maior parte das bicicletas fabricadas e vendidas no Brasil tem suas medidas adequadas a uma pessoa desta estatura (quadro n.18).
Pedalar uma ou duas horas numa bicicleta de tamanho errado pode não trazer grandes problemas, mas numa viagem, ao enfrentar o dia inteiro encolhido ou esticado demais, certamente o corpo irá reclamar.


Por exemplo, as pessoas mais altas costumam compensar um quadro pequeno, aumentando o tamanho do canote do selim para deixa-lo na altura certa. Não raro, duas coisas podem acontecer: o guidão fica muito abaixo e o peso do ciclista recai sobre as mãos, provocando dores nos pulsos. Fica um pouco pior a situação quando na tentativa de aliviar o esmagamento sobre o selim, coloca-se a ponta do mesmo inclinada para baixo, jogando ainda mais o peso sobre os pulsos. Devido à posição muito abaixada, o ciclista é obrigado a ficar o tempo todo com o pescoço curvado para cima, causando dores nesta região também. Caso abaixe o selim para tentar resolver o dilema, a conseqüência será dor nos joelhos, o que sempre inspira cuidados.

Se a próxima tentativa for elevar a mesa e o guidão, para que acompanhem a altura do selim, as dores passarão a ser nas costas e nos joelhos, muito provavelmente. Nas costas, pois numa posição mais vertical, todo impacto recebido no selim é transmitido diretamente para a coluna. Numa posição mais horizontal, este impacto é menor, pois a coluna está dobrada e o peso é divido com os braços.

Os joelhos também sofrerão nesta posição, pois quanto mais inclinado o corpo sobre a bicicleta, mais os músculos das nádegas trabalham, dividindo o esforço das pedaladas com as pernas e aliviando os joelhos.
Já se o quadro for grande demais, o tronco ficará muito esticado, não permitindo a leve flexão dos braços, que amortece os impactos no pulso, isto causará dores e dormência nas mãos. Também provocará dores nas costas.

Consulte boas lojas de bicicleta e artigos de revistas, para descobrir o tamanho mais adequado de quadro para você, lembrando que as proporções entre pernas, braços e tronco variam muito de uma pessoa para outra e as regras gerais de tamanho podem não servir para você. Por isso, alguns campeões de ciclismo se dão ao luxo de encomendar quadros perfeitamente adaptados para suas medidas.
Estatura do ciclista Altura do tubo do selim (cm) Altura do tubo do selim (pol.)


1,55 m a 1,60 m 45 a 48 cm 14 pol.


1,60 m a 1,65 m 48 a 51 cm 15 pol.


1,65 m a 1,70 m 50 a 53 cm 16 pol.


1,70 m a 1,75 m 52 a 55 cm 17 ou 17,5 pol.


1,75 m a 1,80 m 54 a 57 cm 18 ou 18,5 pol.


1,80 m a 1,85 m 56 a 58 cm 19 ou 19,5 pol.


1,85 m a 1,90 m 57 a 59 cm 20 ou 20,5 pol.


1,90 m a 1,95 m 58 a 60 cm 21 pol.


1,95 m a 2,00 m 59 a 62 cm 22 pol.


Geometria
Para o cicloturista geralmente é mais importante um quadro que privilegie o conforto do que a performance ou rendimento. Assim, os quadros mais semelhantes aos de bicicleta de estrada levam vantagem. Nestas, normalmente, o tubo superior (que liga o guidão ao selim) é bem horizontal. Não é inclinado como nas mountain bikes. O garfo tem uma curvatura para frente, deixando o eixo da roda dianteira bem à frente da linha do guidão. Isto faz com que os impactos sejam melhor absorvidos e o guidão fique mais estável.

Fonte: Clube de Cicloturismo do Brasil - Manual de Dicas Para Cicloturista de Primeira Viagem - por Eliana Garcia
http://www.clubedecicloturismo.com.br/


segunda-feira, 26 de abril de 2010

O primeiro pedal ....


a gente nunca esquece !!! E continua lembrando pelos próximos dias. É dor nas pernas que não vai embora. Neste domingo percorri exatos 24,500 km. Para quem conhece BH, subi Afonso Pena da contorno, desviei na avenida bandeirantes, retornei à praça da bandeira, continuei subindo até o fim da praça do Papa, desce, Savassi, pça da liberdade, outra volta, vira, contorna.... O detalhe é que desafiei mesmo, não desci e não levantei da bike para dar mais impulso. Fui sentado no selim, respiração e suor descendo. Fiz este teste, pois nos relatos sobre o caminho dos diamantes, pergaremos grandes aclives. Depois com as descidas dá para descansar as pernas e restabelecer o fôlego. A conclusão é que vai dar para fazer !!!! Com o treino que estamos programando, vai dar para fazer sem mistérios. As grandes dificuldades foram entender a relação das marchas. A minha bike está com 24 marchas. Na subida muito íngrime  é 1 x 1, ou seja, câmbio da esquerda (coroa) menor e câmbio da direita (catraca) maior, simples !!!! Nas retas, descidas, pequenos aclives, só o tempo para dizer mesmo qual é a melhor relação. Treino !!!! Utilizar o melhor recurso que a bike oferece significa economia de energia. Outra dificuldade encontrada foi o pedal. Soltou do meu pé várias vezes. Vou encomendar um pedal com dentes pelo menos, já que não tenho segurança no de encaixe.
Essa foto aí é do cataye. Qualidade péssima, mas diante da tremedeira após a pedalada não dava para esperar mais ... ehhe !!!



A Bike

Decidida a viagem, data primeiramente marcada para as duas últimas semanas de julho ainda a decidir qual delas, surge o dilema. Qual bike ? Quadro, roda, pedal, câmbio ? Ué, bicicleta tem câmbio ? Sou um profundo conhecedor de bikes assim como de turbinas de avião. Não sei naaaaaaaaaada. Lembrei de um amigo do meu trabalho que já pedala há uns dois anos e viciou no "trem". 
- Rodrigo, to querendo comprar uma bike para fazer o caminho dos diamantes, tem a manha ?
- Paulo, montei duas bikes com o Clerim (vulgo Cléééérisssssssssssssston) e pode confiar no cara !!!!
Será que o nome do cara não será Cléééééééérissssssssston, vulgo Clerim ?
Neste caso, não importa a ordem dos tratores pois não alterará o fluxo do viaduto !! Entendeu ?
Fomos eu, Vinicius e Rodrigo na loja do Clerim, sábado, dia 10/04. Clerim é gente finíssima, entendeu nossa  idéia, nos explicou um pouco sobre bike, construiu nossas bikes do zero e dia do meu aniversário, 21/04, bikes prontas !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Eis o filho que  pariu de uma idéia e uma vontade e agora tornou-se real.

Tenho de dar uma força para o Clériston e sua esposa Andresa que além de muito simpáticos, foram muito profissionais e competentes. Continuará sendo meu fornecedor, mecânico e professor. Quem se interessar pode procurá-lo de olhos fechados. Oficina Cross Bike - CLERIN - 31-3491-3355

Que história é essa ?

Essa história começou ao assisitir  uma estrevista do Weimar Pettengill e Adauto Belli no programa do Jô. Eles narram no livro Brasília-Paraty, somando pernas para dividir impressões, os 1700 km de viagem que fizeram em cima de uma bike Tandem - bicicleta de dois ciclistas. Partiram de Brasília, passando pelo sertão mineiro, a Serra da Mantiqueira, a Serra do Mar e a Bocaina, utilizando o Caminho Velho da Estrada Real até Paraty.
Imediatamente providenciei a compra do livro, li em 3 dias e comecei a matutar sobre a rota dos Diamantes. Decidi que iria e, em um bar, comentei com alguns amigos e logo o interesse espalhou-se e hoje já somos cinco: Paulo Toscano, Vinicius, Eduardo, Fernando e Márcio. Detalhte que de todos, apenas o Eduardo possui bicicleta. Eu Paulo e Vinícius já adquirimos as nossas e os demais estão na fase dos orçamentos.